25/09/2020
O prestígio de Henrique Alves na Polícia Federal e a audiência na Corte americana
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Cena desta sexta-feira na sede da Polícia Federal, em Natal, setor de passaportes.
Uma mulher com o marido e dois filhos tentava providenciar fotos para a renovação do passaporte.
Encaminhada para o Guichê número 1, ela falou que, mesmo sabendo que o documento seria entregue com 15 dias, tinha uma mensagem enviada para o setor pedindo pressa no processo, já que ela tem uma audiência na Corte nos Estados Unidos no dia primeiro de outubro.
A funcionária afirmou que a PF não está fazendo nada com urgência, mas se disponibilizou a emitir uma autorização de viagem junto ao passaporte expirado, mas adiantando que esse documento teria um prazo de 30 dias.
A mulher afirmou que não serviria, já que a viagem irá durar mais tempo.
A funcionária sugeriu que ela, quando chegasse a Miami, fosse ao Consulado Brasileiro.
Foi aí que ela disse que o pai já tinha falado com o superintendente da Polícia Federal...
Perguntada sobre o nome do pai ela respondeu: Henrique Eduardo Alves.
A funcionária disse desconhecer mensagem de Henrique e reforçou que a PF não faz nada fora dos padrões.
Devidamente identificada, ela saiu da sala e ligou para o pai...aos berros...e depois foi para o guichê como os demais normais que aguardavam na fila pelo atendimento.
Mesmo preso pela Polícia Federal, Henrique parece estar com prestígio com a PF.
Ou não?
E o que significaria esse compromisso na Corte?
Algo ligado aos processos do ex-deputado, que responde por acusação de manter contas no exterior?
Além da Suíça, os processos apontam para operações em bancos no Uruguai e Emirados Árabes.