13/11/2016
Operação do Plano Nacional de Segurança Pública deverá começar pelo Rio Grande do Norte
[0] Comentários | Deixe seu comentário.O apelo do governador Robinson Faria essa semana em Brasília, onde foi recebido por ministros e pelo presidente Michel Temer, parece ter rendido resultados positivos... Isso se o governo federal cumprir o que prometeu. O Ministério da Justiça decidiu que Rio Grande do Norte, Sergipe e Rio Grande do Sul, serão os primeiros Estados beneficiados com o Plano Nacional de Segurança Pública, que deverá ser iniciado ainda este ano. Na audiência com o ministro da Justiça, Alexandre de Morais, onde foi acompanhado do secretário de Segurança Caio Bezerra, o ministro apresentou o Plano com as metas que serão prioridades, entre elas a redução de homicídios, dos casos de violência contra a mulher, além da racionalização do sistema penitenciário, proteção das fronteiras do país e o combate ao tráfico de drogas. “É necessário uma mudança no sistema penitenciário, mas não só uma mudança legislativa, mas uma mudança cultural, administrativa, de financiamento”, afirmou o ministro. Dentro desse Plano está previsto o envio de um grupo especial para atuar diretamente na redução dos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs), composto por policiais militares, civis e peritos criminais. Eesse grupo especial se somará aos demais militares da Força Nacional que já estão atuando no Rio Grande do Norte desde o dia 13 de setembro. “Há vários pontos em que, por exemplo, uma iluminação melhor ou o fechamento administrativo de bares que não têm regularidade, solucionam mais casos de homicídios do que muita investigação”, afirmou Morais. “O Plano Nacional de Segurança Pública prevê o aumento das operações transnacionais para combater o narcotráfico, os tráficos de armas e de pessoas, e o contrabando, que se dará através de fiscalização mais inteligente, seja com instrumentos tecnológicos novos, seja com a cooperação maior entre a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, as polícias locais e as forças armadas”, destacou o secretário Caio Bezerra.