31/01/2015
Em entrevista ao Blog, governador Robinson Faria garante que não tomou partido na eleição da Assembleia Legislativa
[0] Comentários | Deixe seu comentário.Na Catedral Metropolitana de Natal, onde se encontra na missa solene em comemoração aos 40 anos de Sacerdócio do Arcebispo da capital, Dom Jaime Vieira da Rocha, o governador Robinson Faria declarou ao Blog que não está participando da eleição da mesa diretora da Assembleia Legislativa.
Enquanto a missa, com participação de religiosos de todo o Estado, não começava, Robinson deu entrevista ao Blog.
Ao lado dele, a primeira-dama Julianne Faria, e o prefeito Carlos Eduardo com a primeira-dama da capital, Andrea Ramalho Alves.
Atrás, o presidente da Assembleia e candidato à reeleição, Ricardo Motta, com o deputado José Dias.
Um pouco mais atrás, os deputados Nelter Queiroz e Hermano Morais.
Também próximos o presidente da Câmara, Franklin Capistrano e o vereador Hugo Manso, e ainda os deputados Tomba Farias e Albert Dickson.
Thaisa Galvão – Governador, como o senhor está acompanhando a sucessão da mesa diretora da Assembleia Legislativa?
Robinson Faria – Com tranquilidade como vi desde o começo, tratando como eu prometi, isso é uma eleição para ser resolvida entre os deputados, eu estou totalmente equidistante dessa eleição, e que vença aquele que tiver maioria.
Thaisa Galvão – O governador Robinson Faria então não entrou no processo?
Robinson Faria – Como eu disse, minha posição é de equidistância, respeitando os candidatos, sem tomar partido e sem participar de nenhum tipo de articulação política, dando à Assembleia, ao Parlamento, a sua independência que deve ser preservada, e eu disse isso, inclusive, tive oportunidade de interagir com vários parlamentares, alguns que manifestaram o interesse em conversar comigo e eu não fui até para deixar os deputados à vontade e não influenciar nenhum voto.
Thaisa Galvão – E os candidatos que lhe procuraram?
Robinson Faria – A mesma coisa, todos que falaram comigo eu disse que iria respeitar a posição deles, até porque o meu partido, o PSD, uma parte apóia um candidato e a outra parte apoia o outro candidato, e até em respeito ao meu próprio partido, que cada um resolveu de forma livre, você veja que até o PSD tem candidatos diferentes, portanto houve uma liberalidade por parte do presidente.
Foto Thaisa Galvão